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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Perdão

.
E o tempo que se propaga,
Da saudade inacabada.
E o perdão não liberado,
Por dois corações apaixonados.

E a traição tramada,
E o perdão então surge.
Traindo ainda é amada,
Não há destinos que os segure.
 .

O perdão é algo difícil de si ver,
Os adultos não conseguem liberar.
Pois as crianças podem ter,
Um grande coração capaz de perdoar.


A gente para de chorar,
Mas não de sofrer.
A gente pode até perdoa,
Mas não esquecer.


As crianças não...
Elas esquecem, e não lembra mais.
A raiva tira do seu coração,
E nele só existi paz.


Os adultos não...
Eles não esquecem, e sempre lembram.
A raiva e a vingança abita em seu coração,
E o perdão eles não liberam
.

Mas olhando de um ângulo,
O perdão é algo difícil de cede.
Pois nos fere fatalmente,
E mesmo perdoando não se esquece.
Achando no seu ego um perder
.

Talvez aja uma diferença constante,
Talvez aja vários tipos de perdão.
Em que um é moralmente,
E o outro é do coração.


Um doce prometido há uma criança, e não cumprido, é perdoado.
Com choros, birras, mais depois coração limpo.
Agora um amor jurado e traído,
Não é perdoado, mudamos de sentido
.

Imagino eu, uma criança perdoando uma traição,
E mais à frente imagino um adulto perdoando algo não cumprido.
Para cada tipo de espécie um perdão,
E para cada perdão, um ferido
.

PROMETO CUMPRIR!
Certo a primeira palavra é verdade,
Mais a segunda pode abolir.
Ninguém vai cumprir
.

E por acaso alguém perdoa?
Alguém sim!
Mais não esquece.

E hoje em diante eu perdôo!
Mais não esqueço.
E em momentos em diante lembrarei,
Por que eu sei que perdão eu também mereço

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