| E o tempo que se propaga, Da saudade inacabada. E o perdão não liberado, Por dois corações apaixonados. E a traição tramada, E o perdão então surge. Traindo ainda é amada, Não há destinos que os segure. . O perdão é algo difícil de si ver, Os adultos não conseguem liberar. Pois as crianças podem ter, Um grande coração capaz de perdoar. A gente para de chorar, Mas não de sofrer. A gente pode até perdoa, Mas não esquecer. As crianças não... Elas esquecem, e não lembra mais. A raiva tira do seu coração, E nele só existi paz. Os adultos não... Eles não esquecem, e sempre lembram. A raiva e a vingança abita em seu coração, E o perdão eles não liberam. Mas olhando de um ângulo, O perdão é algo difícil de cede. Pois nos fere fatalmente, E mesmo perdoando não se esquece. Achando no seu ego um perder. Talvez aja uma diferença constante, Talvez aja vários tipos de perdão. Em que um é moralmente, E o outro é do coração. Um doce prometido há uma criança, e não cumprido, é perdoado. Com choros, birras, mais depois coração limpo. Agora um amor jurado e traído, Não é perdoado, mudamos de sentido. Imagino eu, uma criança perdoando uma traição, E mais à frente imagino um adulto perdoando algo não cumprido. Para cada tipo de espécie um perdão, E para cada perdão, um ferido. PROMETO CUMPRIR! Certo a primeira palavra é verdade, Mais a segunda pode abolir. Ninguém vai cumprir. E por acaso alguém perdoa? Alguém sim! Mais não esquece. E hoje em diante eu perdôo! Mais não esqueço. E em momentos em diante lembrarei, Por que eu sei que perdão eu também mereço ![]() |
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Perdão
.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário